A prefeitura de Salvador concluiu nesta quinta-feira (10) a contratação dos professores para implantar de forma universal a reserva de jornada para os docentes da rede municipal. Dos 573 profissionais contratados para finalizar a universalização que já assinaram contrato com a Secretaria Municipal de Gestão (Semge), 480 já foram lotados e encaminhados às respectivas escolas. A continuidade da greve dos professores da rede após cumprimento do prazo foi criticada pelo secretário de Educação, Guilherme Bellintani. “Estamos realizando agora os últimos ajustes de lotação desses professores em sala de aula, restando apenas implantar 3% da carga horária em toda a rede. Este relatório foi apresentado ao sindicato e a decisão pela permanência da greve só confirma queo movimento é motivado por uma disputa política”, declarou Bellintani. Segundo sua avaliação, a falta de propóstio da greve tem feito o sindicato perder para a própria categoria, já que 70% das escoalas estão funcionando normalmente – e cada dia é registrado um acréscimo de escolas que voltam às atividades. Bellintani ainda justificou a continuidade da greve por causa de uma decisão judicial que considera ilegal a greve dos docentes. A Justiça também determinou o retorno imediato às atividades, com multa diária de R$ 50 mil à APLB em caso de descumprimento. “é um absurdo um sindicato, que é um poder constituído legítimo, não respeitar a decisão judicial de uma desembargadora. O nosso desejo, em caso de descumprimento judicial, é fazer valer a cobrança da multa. Vamos também cumprir o que determina a lei, respeitando o direito de greve, mas também descontando os dias não tralhados. Assim manda a lei e assim vamos fazer”, finalizou.

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